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Rapunzel da Semana, delicadeza e muio estilo com Ranna Dálete

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É 2016 gente e para começar com o pé direito, vamos conhecer a Rapunzel dessa semana.

 Nome: Ranna Dálete Utida

Idade: 23 Anos

Rapunzel Blog:  Qual seu objetivo com relação a profissão?

Ranna: Tenho planos de estudar inglês fora do país e também quero me formar em Psicologia, que é a profissão que sempre quis seguir.

Rapunzel Blog: Quais são suasRanna: influências para montar seu estilo?

Considero o meu estilo bem diversificado, mas trago muita inspiração retrô. Adoro algumas peças dos anos 90, 70, 60 e 50. Gosto do estilo pin-up, gosto da liberdade que os looks anos 70 tinham, com toda aquela magia dos hippies, os jovens se rebelando e ouvindo muita música de boa qualidade e que era “mal vista” pelo tradicionais na época. Gosto de tons marrons, cores frias e ao mesmo tempo, gosto, também, de tons pastel. Valorizo a liberdade na hora de montar um look. Não fico presa a tendências (na verdade, demoro muito para me adaptar a coisas que estão na moda e muitas vezes começo a aderir só quando o fervor passa), então misturo vários estilos em um. Sou apaixonada por peças que modelam o corpo, que ajuda a valorizar a sensualidade das curvas femininas (cintura alta, seja shorts, saias ou calças são minhas peças preferidas).

Rapunzel Blog: Suas bandas favoritas?

Ranna: Difícil quando o assunto é sobre bandas favoritas. São tantas! Bom… 30 Seconds to Mars e Mumford and Sons são minhas bandas “atuais” favoritas. Mas meu estilo é muito mais o rock 70s o rockabilly. Escuto muito e adoro The Cure, The Doors (sou a louca quando toca Doors), The Smiths, The Who, Jefferson Airplane, Jimi Hendrix, Jethro Tull, CCR etc… Mas eu não fico só no rock clássico. Eu adoro Bee Gees, Abba, A-ha, Madonna das antigas, Celine Dion, Duran Duran, Tears for Fears, Roxette, Elton John etc.

Rapunzel Blog: Qual a importância do seu cabelo para seu visual?

Ranna:  Meu cabelo é praticamente a coisa mais importante em mim, falando sobre beleza e vaidade, claro. Tive uma época bem relaxada, fazia muitas loucuras no cabelo. Quase fiquei careca, mas consegui arrumar a quase tragédia (ufa!). Então agora eu costumo evitar químicas, aceitar ele ao natural, estou sempre hidratando e tomando vários cuidados, porque meu cabelo é muito importante para meu ego.

Rapunzel Blog: Quando te conheci vc tinha mais cabelo, porque radicalizou?

Ranna: Sempre tive cabelos longos, sofria com aquela ida básica ao cabeleireiro tirar as pontinhas e me sentia sem cabelo. Mas eu sempre adorei cabelo curto. Parecia mais prático, mais leve, mais libertário. Só me faltava coragem de radicalizar. Amigos e parentes tradicionais sempre falavam para eu não cortar, porque mulher tem que ter cabelo longo, é o que deixa a mulher bonita, que homens adoram cabelos compridos… Até que um dia eu simplesmente decidi ir contra o que dizem e arriscar, afinal era a minha vontade. Cortei chanel e eu super adorei. Adotei por muito tempo um curto, as vezes com franja as vezes não. As vezes deixava crescer bastante, quando bate aquela saudade da cabeleira. Mas no começo de 2015 eu tive a vontade maluca momentânea de cortar muito, radicalizar mesmo. Pra não sofrer com cabeleireiros que tiram mais do que você pede, eu aprendi a cortar o cabelo sozinho. Algumas vezes sai errado, mas na maioria das vezes o resultado muito me agrada. Mas nesse caso eu tive que correr para um profissional, afinal ia ser uma grande novidade pra mim. Voltei pra casa com um cabelo Joãozinho. Foi estranho me olhar ao espelho e ver meu pescoço, sentir o vento bater na nuca. Mas foi uma sensação de liberdade tão grande! Não sei quando vou voltar a cortar, por hora quero deixar ele crescer. Até lá pode aparecer alguma idéia maluca, mas agora sem medo se arriscar.

Rapunzel Blog: Planos para 2016?

Ranna: 2016 será um ano de buscas pessoais e profissional, um ano para fazer grandes investimentos em conhecimentos, estudos e viagens.

Rapunzel Blog:  Deixe um recado para as mulheres que querem se encontrar em 2016.

Ranna: Desejo que em 2016, todas as mulheres possam ser mais livres, que tenham todos os direitos e deveres sem distinção de gênero, que nossas escolhas sejam aceitas e respeitadas e não apenas toleradas. Que todas as mulheres consigam o que quiserem e sejam o que quiserem ser. Desejo para 2016 mas também para a vida inteira, de todas nós.

 

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